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A primeira vez a gente nunca esquece Parte II

 Ao olhar pela janela do carro me recordei que fazia muito tempo que eu não viajava, meu trabalho como professora não é o melhor emprego do mundo, mas permite que eu tenha minha rotina e alguns lazeres, e viajar não é um frequente. Já Hudy é outra história, sempre tem viagens de negócios e contratos a fechar, ou quem sabe algumas palestras para participar, tudo em nome da empresa.

Gosto de como é nosso relacionamento, ele lidera e eu conforto, somos muito bons juntos, sinto que tenho muita sorte de ter alguém como ele, sempre me tratou bem e me deu atenção e é bem bruto quando eu mais quero. Ontem ele ficou apenas na vontade, mas hoje estou decidida que será o dia devoto a ele, tenho um grande medo de que nosso relacionamento caia na rotina e estou sem ideias, ele é o cara das ideias, só de pensar do que ele esta preparando para mim hoje já me deixa um pouco excitada.

Estava perdida em meus pensamentos quando ouço uma voz vinda do banco da frente.

- Então como vocês se conheceram? 

Uma pergunta simples. Uma resposta complicada

- Eh... Nos conhece...

- Nos conhecemos nos corredores da universidade - Mentiu Hudy - Estava saindo atrasado para o estágio e derrubei meu relógio que ganhei de aniversário dos meus pais. Lilit o pegou, quando me dei conta de que perdi fiquei desesperado, era tarde demais para voltar, dei o relógio como perdido, mas no outro dia Lilit me devolveu, fiquei sem palavras, falei que iria recompensar de alguma forma. aqui estamos.

Olhei para ele e sorri como um gesto de obrigada por salvar minha pele, ele entendeu e piscou para mim com aquele sorriso. Minha vontade era de pular naquele colo como faço noite sim noite também, tirar aquele pau pra fora e me rasgar por dentro.

- Nunca pensei que você fosse do tipo que interpretava a Cinderela, imaginei que seria algo mais viril, como você é hoje. - Cassie comentou.

- Um bom ator sabe interpretar vários papeis, inclusive de ser o mais lindo do baile, com ou sem relógio. - Hudy sorriu - e vocês como se conheceram?

- Do bairro.

Quem falou foi John, essa foi a quinta ou sexta palavras que ele disse desde que eles chegaram no nosso apartamento. O carro estava dividido da seguinte forma, John no volante, um pouco tenso, parecia que a vida dele dependia daquela viagem, como se no caso dele piscar o volante poderia cair e todos morrer. No banco do carona estava Cassie parecia uma criança, ela não estava sentada, ela estava de joelhos no banco virada para nós com os braços envoltos no conforto de cabeça do carro. Atrás nós e um cooler cheio de bebidas.

-  Nos conhecemos do grupo de jovens da igreja, somos de uma cidade bem pequena, então todo mundo que se conhecia da mesma idade começou a formar casal e ai sobrou nós - ela riu, se foi de graça ou de dó, isso não soube dizer - E aqui estamos.

Hudy tinha me contado que Cassie é uma mulher que acabou de chegar na empresa não faz dois meses, veio de uma família humilde de uma cidade pequena que não chegava a 7 mil habitantes, a única da família a ter ensino médio, e a única do bairro a terminar a universidade, e por esse motivo Hudy admira muito essa mulher. Isso explica o por quê daquela mentira sobre nosso início, ele foi muito rápido em pensar nisso, rápido até demais... será que muitas mulheres perguntam para ele como nos conhecemos? Enfim, não vou questionar meu marido, ele é tão bom comigo.

O resto da viagem foi cheio de histórias de trabalho, algumas coisas planos futuros e onde passaremos o Natal, sendo interrompido apenas por uma ou duas palavras de John concordando com Cassie.

Chegamos cedo para fazer a trilha, quando saímos do carro finalmente pude ver bem Cassie, ela saiu correndo e foi direto dar um abraço e um beijo no Hudy antes mesmo de qualquer um sair do carro. Olhando de lado consegui distinguir como ela era. Cassie é um palmo maior que Hudy, tanto ele quanto eu não somos altos, Hudy deve ter no máximo 1,70m eu 1,65m, Cassie ganhava de nós dois. Ela também tinha cabelos compridos e castanho claro, um rosto meigo e um nariz pequeno, seios de tamanho médio, e uma bunda empinada que ficava bem mais evidente com o shorts curto e colado ao corpo que ela usava, uma camiseta rosa clara e uma espécie de jaqueta curta do to bege, o que combinava com a cor do calção.

- Onde estão meus modos? Olá Lilit sou a tagarela da Cassie. - ela me deu um beijo no rosto e senti um cheiro forte e marcante de seu perfume, consegui ver seus olhos castanhos escuros quando ela voltou ao seu espaço pessoal, essa gosta mesmo de falar, será que também grita quando a fodem? 

Comecei a ficar vermelha, mas antes q eu pudesse esboçar qualquer coisa a porta do carro bater.

- Nós temos geladeira em casa John, não precisa destruir a porta do carro.

- Tá. Desculpa.

John era muito diferente do que aparentava. John de longe era o mais alto dentre nós, acho que ele tem 1,90m ou mais. Moreno, olhos escuros um cavanhaque desgrenhado, com tatuagens nos dois braços e um corpo normal de alguém que não faz exercícios a muito tempo. Ele estava vestido com uma camisa do Flamengo e uma calça esportiva.

Pegamos todo o equipamento necessário e começamos nosso trajeto. Aqui até o final da subida não teve muito a contar, com exceção de um ocorrido. Eu e Cassie cansamos um pouco antes do final do caminho e todos resolveram fazer uma pausa. Hudy foi urinar, John aproveitou a deixa e também seguiu o exemplo de Hudy.

- Cassie, fata muito para chegarmos no local para acampar?

- Não estamos quase chegando, espero que os meninos se deem bem.

- Por quê?

- John está desempregado faz uns meses, eu estou sustentando a casa. Agora ele só esta bebendo e vendo futebol. Não sei o que fazer, estamos discutindo muito ultimamente, ai pensei em trazer vocês para cá para aproximar o Hudy do John. Assim talvez ele tenha coragem de pedir que seu marido o indique para qualquer cargo da empresa.

- Mas o Hudy não é chefe, isso não faz sentido?

- Faz sim, Hudy sempre está viajando e de bem com a chefe dele, Jeniffer sempre arruma as viagens para ir com ele como conselheiro, ou sempre chama ele dentre todos para fazer os melhores negócios, eles são bem próximos. Pensei que talvez um sussurro dele ao pé do ouvido a convenceria.

- Então foi só por causa do trabalho? 

- Nãooooo! -ela me segurou pelos ombros - Acho seu marido incrível, uma amizade muito importante para mim. Você tem sorte de ter alguém assim.

Gostei de Cassie, ela parece realmente se importar com meu marido.

- Quem é..

John chegou tossindo, e Hudy estava do lado dele preocupado.

-Ainda bem que estamos chegando, alguém colocou vodka no cantil ao invés de água. 

Cassie Tagarela não falou mais nada até subirmos no local do acampamento, realmente John estava bêbado, o que dificultou um pouco as coisas, mas chegamos inteiros e começamos a montar as barracas, sugeri que montássemos bem longe um do outro, pois estava com planos de maldade para essa noite.

Todos concordaram

A noite chegou, fizemos uma fogueira e começamos a beber. A comida estava boa e a bebida melhor ainda, bebemos bem e John bebeu bem mais que todos, a ponto de ir pr a cama mais cedo.

Ficamos conversando sobre coisas sem sentido e eu comecei a me soltar também.

-Quem é Glenda? - nenhum deles entendeu, mas Cassie corou. - Vocês tem uma amiga chamada Glenda.

- Glenda é uma amiga nossa, digo minha do trabalho, você a conhece?

- Não, Hudy disse ontem enquanto eu estava de joelho ... - Parei, falei o que não devia.

- Me chupando, ela já entendeu amor agora não da mais para voltar atrás. - ele estava encostado numa cadeira perto de mim. - Continue.

- Acho melhor outro dia...

- Continue, esta me devendo essa pois estou curioso pelo o que disse depois.

Cassie olhou para nós e mordeu os lábios, ela ta gostando disso, maldição não quero ficar de mal com ele.

- Sim, eu estava chupando meu marido de joelho ouvindo vocês conversarem e depois quando fomos transar eu falei o nome da Glenda sem querer.

- Eu não percebi nada, estou tanto tempo sem fazer nada que essa história me deixou animada. Mais uma rodada? - Cassie ofereceu bebida, mas só eu aceitei, se estava vermelha da bebida ou de vergonha isso não sei dizer.

Depois disso Cassie nos abraçou e falou que era muito bom ter amigos como nós e que devemos sair juntos mais vezes. Ela estava de joelho de frente para nós com uma mão na minha perna e outra na de Hudy. Eu rapidamente tirei a mão dela da  minha coxa, Cassie se desequilibrou e se segurou com as duas mãos na perna de Hudy.

Todos paramos no lugar em que estávamos, Cassie olhou para mim e sorriu pediu desculpas, mas ficou apoiada em Hudy.

-Me desculpe não foi minha intenção. - ela começou a esfregar a mão pra cima da coxa do meu marido ou era impressão minha?

- Tudo bem eu preciso ficar aqui por um tempo, estou meio tonta. Tudo bem pra você? - ela olha para cima e deu um tapinha e uma esfregada na coxa.

-Claro.

- Pode ficar ai tome o tempo que quiser. - Falei.

Não falei mais nada, estava envergonhada demais, não sabia o que estava acontecendo direito, só estava existindo ali na frente dos dois. O tempo a mão de Cassie estava a centímetros do pau dele. Eu estava absorta de culpa, de medo e de... deus me proteja de TESÃO. O ar fresco tocou meu rosto isso me fez relaxar e a única coisa que iluminava-nos era a fogueira e um pouco de luz do luar pega nele logo vadia. Ouvimos um barulho da barraca Hudy se retesou para frente e Cassie segurou o pau dele e depois soltou conseguindo de alguma forma ficar em pé.

- Acho que vou ver se o John está bem. - Ela limpou a sujeira de sua roupa e foi em direção a sua barraca.

Nós que ficamos ali sem dizer uma palavra sobre o ocorrido começamos a guardar as coisas que estavam perto da fogueira.

- Amor, vamos para a barraca.

Não questionei. Quando entramos na barra ele me abraçou e começou a morder um pouco meu pescoço e já tirou a minha roupa, se eu não ajuda-se ele teria rasgado minha camiseta, retribui envolvendo ele em meus braços e beijando sua orelha. Depois desci a mão pelo seu corpo enquanto ele tirava meu calção e... Opa, está muito duro. Meu fogo ascendeu  no que eu tirei o pau dele pra fora ele já começou a roçar aquele pau em mim, fiquei mais a vontade toda molhada em segundos.

-Entra - Falei - Quero você dentro a noite toda.

Hudy não disse mas nada, ele me deitou e abriu minhas pernas e começou a trabalhar. Eu estava no paraíso, aquele vem e vai, começando devagar, depois mais rápido e profundo, aproveitei cada segundo, até que ouvi passos e Hudy começou a diminuir a intensidade e com uma leve tendência de parar.

-NÃO PARE AGORA! CONTINUA! - Gritei

-Gente por favor, me deixa ficar aqui com vocês. - Ela não pediu permissão, não olhou para nós, não viu o que ainda estávamos fazendo e o principal, não importava. Ela estava com uma toalha da cintura para baixo onde deveria estar o calção, seu rosto notou o espanto do momento só quando se sentou atrás de Hudy, que por sua vez não notou que ela tinha entrado, ou não se importou. Ele me virou e me colocou de quatro, empinei o quadril para esperar ele. Hudy veio, chegou me rasgando como na noite passada, o barulho dos nossos corpos que começaram a suar. tentei olhar para trás para aproveitar sua expressão de rosto de relance vi o homem que estava me comendo sendo abraçado por trás por Cassie Tagarela. Estava tão bom que não disse nada.

Mais rápido do que imaginei senti uma mão de Hudy forçando minha cabeça para frente, não conseguia ver mais nada, continuei aproveitando. TUDO ISSO AQUI É MUITO BOM. Ouvi sons de jaqueta sendo tirada e uma camiseta rosa parou na base da minha mão, senti algo que parecia um sutiã que ficou pendurado em minhas costas. A velocidade aumentou, eu estava vendo estrelas. 3, 4, 5 vezes com aquelas mão puxando meu quadril para mais um soco dentro de mim. Gozei, como a muito tempo não havia gozado. senti uma onda de eletricidade passar todo meu corpo, eu apenas soltei minhas e encostei minha cara no chão peguei o travesseiro e coloquei em cima da minha cabeça para aproveitar aquele efeito rebote de um orgasmo bem vivido.

Hudy saiu de dentro de mim, ele ainda não tinha gozado me virei me virei para deitar de frente para ele quando ele abriu minhas pernas, fechei os olhos, pensei que ele queria mais, só que de repente senti movimentos novos e também senti que ele estava me empurrando para trás em ritmos constantes.

Era Cassie quem estava entre minhas pernas, e o responsável pelo ritmo era Hudy que começou a meter nela do mesmo jeito que estava comigo. Estava cansada, estava bêbada e estava feliz com o orgasmo. Ao ser chupada por ela senti que era algo bom, então deixei rolar e apreciei o desempenho do meu marido.

- Meu deus isso é muito bom. - Cassie suspirou e parou de me chupar. Ela mudou de posição, ficou de lado com uma perna para cima quase tocando a barraca e depois passando por cima do ombro do seu comedor. Hudy continuou socando todo aquele pau para entro dela. Nunca vi ele tão determinado numa transa assim comigo, talvez por eu ser um pouco desajeitada, mas ao olhar ele desse eito sinto que estou presenciando seu despertar máximo. Passou mais um tempo e eles trocaram de posição de novo. era como seu eu nem estivesse ali. Cassie estava sorrindo para ele como uma adolescente de 15 anos que esta sentindo prazer pela primeira vez numa relação. Ela ficou de quatro, dado ao tamanho da barraca era a melhor posição. Fui mais para trás e demais espaço. Cassie me olhou nos olhos enquanto levava pica por trás.

- Não sabe o quanto eu sonhei com isso - Ela fechou os olhos e mordeu os lábios - Isso aqui ta muito bom.  

Meu homem, não era mais meu homem, ele estava mais selvagem do que nunca tinha visto, seus músculos mais tensos, pareciam muito mais animados do que o comum, o carinho e o amor de seus traços deram lugar a uma ferocidade sem tamanho. Quando ele olhou para mim ele começou a gemer. Isso olha pra mim enquanto fode essa vadia, olhe pra mim quando for...

Hudy gozou, Cassie também pare ter chegado ao ápice junto com ele, nunca conseguimos isso.  Em algum momento o qual eu não sei ele colocou a camisinha. Os dois exaustos e vermelhos deitaram no colchão e ficaram ali. Cassie brincou um pouco com o pau dele com a camisinha enquanto estava com a cabeça no peito do meu marido. Ficaram assim por um tempo até que os dois dormiram abraçados. Ambos estavam sem coberta, mas no colchão. Peguei a coberta para mim e improvisei um colchão, ficou desconfortável, mas por incrível que pareça eu estava feliz e um fogo que não se apagou dentro de mim, ao ver os dois tão bonitos juntos. Peguei no sono com apenas uma vontade, que eu não sabia que tinha até esse momento.

To com vontade de conhecer a Glenda.










 





 


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